Malabarices

Mas António Costa vai conseguindo, com a sua arte, audácia e atrevimento, sair em alta de situações que seriam a morte de outros artistas.

E agora mais uma, a previsível batalha orçamental. Se as posições próprias deste PS já eram dificilmente compatibilizáveis com as regras orçamentais da União Europeia, o exercício ficou ainda mais complexo quando o PCP e o Bloco de Esquerda se tornaram essenciais para a existência desta solução governativa.

E apesar do caminho de aproximação das posições de Bruxelas que o Governo foi fazendo – o défice nominal previsto é de 2,6% e não de 3% como previa o seu programa eleitoral inicial – cá estamos no meio da ponte.

De um lado, a Comissão Europeia, as agências de rating, a generalidade dos analistas bancos de investimento, o Conselho de Finanças Públicas e a Unidade Técnica de Apoio Orçamental a duvidarem do realismo dos números apresentados pelo Governo ou da sua conformidade com as boas regras contabilisticas da União ou com as metas recomendadas pelo Conselho Europeu.

Paulo Ferreira, Observador, 29 Janeiro 2016

Artigo completo aqui.

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