Absolutamente nada

Quase nada. Quase nada foi o tempo que passou entre essa verdade escondida e o passado que se desfez. Foi o amor que se dilacerou em cacos, em bocados onde nem os beijos se salvaram. Foi de entre tempos que não esperaram pela magnífica virtude que estava desde logo atacada pelo desespero que começou a correr em mim. O amor não perdeu em segundo e atacou bravamente impedindo que se tornasse ainda mais melancólico, mais audacioso, mais triste mais sem paralelo. foi o tempo que esperou pelo amor, foi o amor verdadeiro que começou a sufocar ou foi a história das desgraças que se perdeu lá meio no meio dessa imensidão permanente. Ou nada disso foi, porque passou uma gata pelo meio de uma discussão estúpida que ocorreu entre arrogância e alarme. O tempo disparou sobre nós e não houve amor que enchesse a casa.

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